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O Último Rei


Este olhar sobre um Portugal alternativo começa no dia 1 de Fevereiro de 1908 com uma tentativa frustrada de Regicídio. Os conspiradores são mortos, são feitas algumas detenções e o assunto parece morrer por aí. Mas há quem acredite que as coisas não são assim tão simples.

Sem que mais ninguém saiba, D. Luís Filipe tem recebido cartas anónimas que lhe dão conta da existência de uma conspiração entre pessoas influentes da Coroa e dissidentes republicanos. Os anos passam e no momento em que está prestes a conseguir provas concretas sobre a identidade dos verdadeiros conspiradores, a família real é vítima de um novo ataque ao qual sobrevivem apenas ele e o irmão D. Manuel, que fica em estado de coma.

Ao ser proclamado rei, D. Luís Filipe I jura a si mesmo que não descansará enquanto não encontrar os verdadeiros responsáveis pela morte da sua família. Contudo, é obrigado a adiar essa promessa quando recebe notícias do assassinato do Arquiduque Francisco Fernando da Áustria. Um confronto de dimensões nunca antes vistas está prestes a eclodir. Tudo se complica ainda mais quando percebe que as mesmas pessoas que assassinaram a sua família poderão ser as mesmas que assassinaram o Arquiduque.

D. Sebastião 2578 d. C.


Ibéria, 2578 d.C. O país em tempos conhecido como Portugal foi absorvido por Espanha. A península vive tempos de grande prosperidade. Todos vivem satisfeitos, à excepção duma minoria rebelde que insiste na louca ideia de que Portugal já foi um país independente.

Liderados pelo carismático Viriato, os rebeldes decidem invadir o Centro de Pesquisas Temporais. O seu objectivo: trazer do passado um símbolo de esperança... o mítico rei D. Sebastião. Mas será que o mito corresponderá às suas expectativas?

A (In)Diferença


Num Portugal alternativo, onde a tecnologia do século XIX convive com uma sociedade medieval do século XIII, Afonso Lobo, nobre fidalgo, é vítima de um acidente e fica em coma.

Após um eclipse lunar, Afonso desperta perante o espanto geral. A euforia do seu despertar depressa se transforma em desconfiança, pois o homem que acordou não é o mesmo que estava adormecido.

Condenado ao exílio por aqueles que lhe são mais próximos, Afonso descobre que possui habilidades únicas. Habilidades essas que podem fazer dele um aliado imparável ou um inimigo implacável.