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O Último Rei


Este olhar sobre um Portugal alternativo começa no dia 1 de Fevereiro de 1908 com uma tentativa frustrada de Regicídio. Os conspiradores são mortos, são feitas algumas detenções e o assunto parece morrer por aí. Mas há quem acredite que as coisas não são assim tão simples.

Sem que mais ninguém saiba, D. Luís Filipe tem recebido cartas anónimas que lhe dão conta da existência de uma conspiração entre pessoas influentes da Coroa e dissidentes republicanos. Os anos passam e no momento em que está prestes a conseguir provas concretas sobre a identidade dos verdadeiros conspiradores, a família real é vítima de um novo ataque ao qual sobrevivem apenas ele e o irmão D. Manuel, que fica em estado de coma.

Ao ser proclamado rei, D. Luís Filipe I jura a si mesmo que não descansará enquanto não encontrar os verdadeiros responsáveis pela morte da sua família. Contudo, é obrigado a adiar essa promessa quando recebe notícias do assassinato do Arquiduque Francisco Fernando da Áustria. Um confronto de dimensões nunca antes vistas está prestes a eclodir. Tudo se complica ainda mais quando percebe que as mesmas pessoas que assassinaram a sua família poderão ser as mesmas que assassinaram o Arquiduque.

O Último Assalto


Com apenas dois assaltos passaram a ser os assaltantes mais perseguidos do país. Tudo neles é ainda um mistério: quase não roubam nada e mal recorrem à violência. A sua marca pessoal: escolher sempre locais emblemáticos onde muita gente os possa ver. Depois de assaltarem a residência oficial do Primeiro-Ministro e o Museu Nacional de História Antiga, ninguém consegue prever onde é que o grupo vai actuar novamente.

O Inspector Gonçalo Maximiano faz parte da equipa que investiga o caso. Por meios não-oficiais ele começa a receber informações que poderão ser uma ajuda preciosa ou uma perigosa armadilha. Existe alguém que sabe qual será o próximo alvo do grupo. Alguém que conhece o seu verdadeiro plano. Gonçalo não tem como saber se acredita ou não nestas informações, tudo o que ele sabe é que o próximo será... o último assalto.

Projecto KX-18


Um detective da PJ investiga um estranho caso de homicídio e suicídio. Três meses depois, a investigação é encerrada devido a falta de provas. Nesse mesmo dia, uma explosão no pátio duma Universidade provoca dezenas de mortos, entre os quais a filha do detective e o filho do seu chefe.

O agente é encarregue de investigar o caso e descobre uma irregularidade – um dos corpos desapareceu sem deixar rasto. Uma análise processual revela que o desaparecido era um estudante de origem belga. O agente lembra-se do seu caso anterior, do facto do homem assassinado também ser belga. Algo fá-lo suspeitar que os dois acontecimentos poderão estar relacionados, mas não sabe dizer o quê. Contudo, antes que possa seguir essa pista, o caso é arquivado por ordens superiores.

Após obter permissão do seu chefe, o detective parte em busca dos responsáveis.

A Estação do Fogo



Um corpo carbonizado é descoberto após o rescaldo dum incêndio. A marca de um tiro na nuca provam que não se tratou duma morte acidental. O Inspector Artur Macedo é chamado para investigar aquele que será o último caso da sua longa carreira.

Não tardam a surgir teorias sobre o que terá acontecido e a descoberta de mais dois cadáveres em circunstâncias semelhantes só vem complicar a situação. Cercado pela pressão da opinião pública e pelo Governo, o Inspector Artur Macedo empenha-se em descobrir respostas. 

E é justamente com o quarto cadáver que essas respostas surgem. E com as respostas, vem também uma premonição: as mortes não irão ficar por ali.